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Sua instituição de saúde é focada no paciente?

29 jun 2017 News

Talvez as instituições de saúde sejam um dos lugares mais criteriosos para se trabalhar que existem. Quando está se tratando da vida do seu paciente, pouquíssimos erros são tolerados. Portanto, é necessário que haja um corpo clínico experiente, e materiais e espaços adequados para que possa ser prestado um bom serviço ao paciente.

Porém, ao ser atendido em um hospital, clínica ou laboratório, o mínimo que o paciente espera é que os médicos consigam avaliar com eficiência seu estado de saúde e tratar uma possível enfermidade. A figura do médico é muitas vezes vista como uma grande autoridade no assunto, então o paciente espera que todos os procedimentos médicos ocorram como foi planejado.

O ponto que queremos chegar é: “somente” diagnosticar e curar o paciente não é mais novidade para ele. É o esperado em toda consulta que ele atende. Os diferenciais competitivos entre as instituições de saúde, atualmente, respondem em sua maioria ao paciente, que é quem decide com qual médico irá se consultar. Portanto, quanto mais o paciente for o centro de todas as decisões do atendimento (e isso inclui os momentos antes e depois dele ser efetivamente atendido pelo médico), melhor ele perceberá o atendimento.

Claro que esse cuidado com o paciente só funciona se for executado junto com um atendimento médico de excelência, mas ele é um grande diferencial entre dois ótimos atendimentos, no ponto de vista de quem é atendido.

Por onde começar?

Cuidar da marca da instituição é um bom início. Ter um nome adequado, além de um logo e uma palheta de cores agradáveis é um grande começo. Sua marca costuma ser a primeira imagem que o paciente terá de você em sua mente, e quando você tem uma identidade visual clara e adequada, além dela ser mais efetiva, é mais fácil de ser aplicada em diferentes situações.

Pensar em melhorias em sua sala de espera é bastante recomendado. Por ser um local onde geralmente tanto o paciente quanto seus familiares passarão algum tempo, é importante que receba atenção. Além de um local confortável, utilizar prontuários eletrônicos é um recurso bastante interessante: facilita e acelera o acesso aos dados e os registra com mais segurança.

Dentro da sala do médico, as recomendações são quanto ao trato com o paciente: ouvir como ele se sente, quais são suas queixas, além de explicá-lo detalhes sobre seu quadro clínico. Atitudes como essa, de humanização do cuidado clínico, fazem com que o paciente confie mais na equipe que o atende.

Uma boa consulta não significa um bom atendimento

E quando dizemos “equipe”, é porque essas atitudes são recomendadas a todos os funcionários do ponto de cuidado, desde o momento em que o paciente e sua família chegam até a hora em que eles vão embora. A intenção é que o paciente tenha uma boa experiência, e não somente um bom atendimento médico. Que todas as decisões dentro da instituição de saúde sejam pensadas na vontade e necessidade individual de cada paciente. É assim que esses pacientes perceberão o cuidado que você tem por eles e se tornarão fiéis à sua marca.

Para realizar um atendimento humanizado e focado no paciente de maneira efetiva, é necessário que haja instrução do corpo clínico e do quadro de funcionários, para que entendam que o paciente é o centro de suas decisões e saibam como tratar cada situação, além de recorrentes pesquisas sobre novas tecnologias e processos, e métodos de acelerar ou melhorar o atendimento dos pacientes.

Quem é o foco da sua instituição?

Alguns hospitais acabam se preocupando muito em fornecer um ótimo ambiente de trabalho para seus médicos, e se esquecem de fornecer um ótimo ambiente de atendimento para seus pacientes. Uma comunicação adequada, atendimento efetivo, corpo clínico instruído e procedimentos que têm o paciente como centro (aliados ao atendimento médico de qualidade, claro) são ferramentas para melhorar a experiência do paciente no ponto de cuidado; assim, o tornando mais confiante na equipe que o atende e mais fiel à sua marca.

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